Na escola apareceu-nos no livro uma proposta, essa que era fazer um texto à escolha, como se aproxima o natal, fiz um que tenha a haver com esta época.
A aventura de trenó
Era uma vez um menino chamado Fábio, chamado pelas outras
pessoas por Frey.
O Fábio
aplicava-se na escola, fazia os trabalhos, tantos os de projeto como os de
casa.
Tocou
para as nove horas…
- Vá
meninos, leiam a página trinta e dois e façam o resumo, eu fico a corrigir os
vossos testes – obrigou a professora.
- … o
Pai Natal era uma lenda, não existe, no Pólo Norte, tal como aqui, é um
familiar que se faz de Pai Natal… - leu o Fábio para dentro.
Sentiu-se
triste, sempre pensou que o Pai Natal era verdadeiro e não era nenhum conto
inventado.
Como
estava distraído, não acabou de ler, tinha esse pensamento na cabeça.
-
Frey!!! Lê! – Ordenou a professora.
- Ah,
desculpe professora. Onde é que iam? – perguntou o Frey envergonhado.
- No
terceiro parágrafo! – disse o seu amigo.
-
Obrigado! – Agradeceu o Fábio.
- De
nada. – disse o seu amigo.
Depois
de o Fábio ter lido tocou para os alunos se irem embora.
Chegou
a casa e foi fazer rapidamente os trabalhos, para não se esquecer e no próximo
dia apresenta-los à turma.
Tum,
tum, tum… Alguém bateu à porta!
Olhou
para o buraco pequeno e viu um Pai natal, mas pensou:
- Deve
ser uma pessoa mascarada a fazer-se de Pai Natal, o Pai Natal não existe, será
ele?
- Oh,
oh, oh… Abre a porta meu rapaz, se calhar enganei-me na pessoa! Olha lá menino,
não és tu que pensas que o Pai Natal existe?
- Sim,
porquê?
- Eu
sou um Pai Natal verdadeiro, não sou uma pessoa da tua família que se faz de mim!
- Mas,
tu és o Pai Natal?
- Já te
disse que sim! – disse o Pai Natal saturado.
O Frey
abriu a porta e puxou as bochechas do Pai Natal para o lado, não era nenhuma
máscara.
- Tu és
o verdadeiro Pai Natal… Ah, mas onde estão as renas? E o trenó?
- Anda
comigo e vês!
-
Espera, ainda não fiz os trabalhos!
- Deixa
isso para depois…
- Está
bem… Posso fazer um trabalho sobre…
- Já te
disse que depois decides! – disse o Pai Natal interrompendo o Frey.
Desceram
no elevador e o Pai Natal fez uma pergunta muito importante ao Fábio:
- Como
te chamas?
-Fábio,
mas podes chamar-me por Frey, é assim que todos me tratam…
- Está
bem!
O Pai
Natal meteu o Fábio no trenó e disse às renas para andarem em frente!
-
Parece que estamos a andar numa montanha russa!
- Pois,
mas vamos dar uma volta por aí, no céu e, quando quiseres, voltamos.
- O que
te levou a pensar que o Pai Natal não existe? – Perguntou o Pai Natal.
- Olha,
por acaso foi hoje. No livro havia um texto que dizia que o Pai Natal já nem é
uma lenda, o Pai Natal não existe. Foi isso!
-
Realmente não apareço por aqui vez nenhuma por aqui.
- Isso
aí ainda complica mais, ainda por cima, é um familiar que se faz de Pai Natal
na noite de Natal!
- Essa
coisa tem de terminar! – disse o Pai Natal zangado.
-
Então, aparece na escola, amanhã, vais cmigo.
- Não,
é que eu tenho vergonha, já imaginaste saberem que eu sempre existi e só
apareço agora?
- Não é
lá muito confortável, mas já viste o que é viver com uma mentira?
- Sim,
é mau!
- Então
anda comigo para a escola para provarmos que há um Pai Natal fixo.
- Mas…
- Mas
devias era voltar, já está tarde! – Interrompeu o Fábio.
O Pai
Natal dirigiu-se até lá abaixo e subiu com o Frey.
-
Então, por onde andaste?
Nessa
pergunta que mãe do Fábio lhe fez apareceu o Pai Natal.
Ele
dormiu com o Frey e levantou-se mais cedo, foi buscar um presente para dar à
escola do Frey.
Desde
aí todos acreditaram no Pai Natal e, o Pai Natal nunca mais foi um familiar,
foi sempre o verdadeiro.
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